Dentro do mercado onde a educação anda junto.

Citarei um infográfico deposto num artigo da revista Exame sobre redes sociais e seu uso no constante diário do consumidor. Desde do uso por crianças de idades tenras como 5 anos de idade ao usuários pertencentes as faixas etárias de 30 anos. Estipula-se ainda que a educação universitária no Brasil ainda galgue em valores teóricos do que a prática mercadológica existente. Não estamos falando de uma faculdade em específico, e sim que todas ainda andam muito distante da realidade de atuação no dia-a-dia das empresas.

Universidades do amanhã brasileiras (Foto: Exame)
Universidades do amanhã brasileiras (Foto: Exame)

Longe de apenas criticar um sistema de educação. Mas solucionar como ele poderia ser adequado aos brasileiros. O mercado exige que haja experiência para a inserção de um novo profissional na produção nacional. O que não falta é emprego, o que falta é qualificação. O Brasil esta num ritmo inadequado há vários anos de formação.

O fenômeno de migração de cérebros acontece há várias décadas, devido a falta de infra-estrutura. E nos tempos atuais este custo é muito caro para o próprio mercado brasileiro, que precisa em outras palavras e “privatizar” sua mão de obra ou mesmo importa-la de outros países para realizar o básico do básico no próprio território.

As escolas são fundamentais para tornar o cidadão consciente de suas relações sociais e políticas. O ensino médio é caprichado e voltado para a graduação. Quando deveria ser a primeira ponte para a profissionalização. Não estou querendo tirar a preparação, para isso existem escolas preparatórias.

O aluno sairia do ensino médio empregado. Mas não só de teoria, prática e estágio. O curso superior seria uma extensão do que ele já sabe fazer o que já fez no mercado. Dentro da universidade haveria um núcleo de prática intensiva. Onde a teoria seria a minoria na grade curricular. A universidade daria um engajamento maior ao aluno. De assistente ele se tornaria supervisor dando lhe qualidades de um líder, praticamente um coach.

Vagamente percebe-se essa orientação na faculdade, o que se vê é conteúdo e conteúdo. Sem ‘provas’ e ‘práticas’. O aluno sai do ensino superior querendo uma vaga adequada, e acaba tendo que começar quase do zero. Não é claro ser gerente, mas o curso de graduação não é caro para ser pouco investido, a preparação deve ser focado e não generalista. Cursos como tecnólogos dão mais chances do que para um bacharel.

O mercado mudou, e após ter uma pós/mba é quase uma qualidade forçada. No entanto em breve, será necessário ter mestrado para ter uma posição significativa. A educação brasileira precisa ter em mente uma coisa. Povo ignorante, porco vazio. Povo prático, porco gordo. A analogia ao nosso porco, é claramente o cofre. Quem quer lucrar mais, não pensa que lucrar unicamente depende de mão de obra qualificada. Fora isso, ganhará “restos”.

Fonte (pesquisa): Exame (link direto: A revolução da educação digital).

Mundo Pauta.

Texto\Fotos: Rafael Junqueira[¹] (Bacharel de Ciência da Computação, cursando Pós em Gestão de Marketing e Comunicação Empresarial)[²]

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