Com o terceiro artigo escrito sobre o futuro do PS3, nota-se, que a Sony lançou o PS4 com a geração anterior devendo muito. Com os preços chegando no chinelo, o consumo se direcionou para comprar o antigo console da empresa. E agora o jeito é lançar paralelamente jogos para um e outro, mesmo com a premissa de grandes lançamentos no final do ano no Brasil, ainda é negócio investir no PS3.

Matéria da TechTudo sobre “Playstation 3: Confira os jogos que ainda serão lançados para o console” e leia sobre “Por que não é boa ideia comprar o PS4?” e “Vale a pena comprar um PS4 nesta altura do campeonato?

PS3 é ainda mais lucrativo para o consumidor do que PS4 (Imagem: Reprodução)
PS3 é ainda mais lucrativo para o consumidor do que PS4 (Imagem: Reprodução)

Comprar o PS4 não é muito vantajoso para os atuais jogadores. Com alguns gráficos mais refinados, os títulos lançados para ele, tem ganhado também vaga no PS3. E isso tornou-se uma falácia para a própria Sony, que apostava numa grande aderência ao novo console, como foi no lançamento do PS3 ao lugar do PS2. Não demorou muito para o PS2 virar poeira. E isso não tem acontecido com o PS3, nem desacelerado ele está.

Quando a geração lançada em 2007 ganhou o mercado, ele abocanhou as participações de cada console quase de forma instantânea, e atualmente, o que se observa, é que o PS3 não foi muito bem explorado. Os gráficos e jogos com interatividade, não pleitam nem 5% dos jogos lançados, e muitas produtoras de pé de fábrica lançaram jogos com cara de PS1. Sem aquecimento em nenhum momento da vida útil, o console ainda tem muito a mostrar. E mais, o público não o tinha, estão adquirindo a plataforma agora. Deixando o novo, o PS4, na esperança de um dia ser significativo.

Há boatos, como sempre houve e haverá, que a Sony tem perdido mercado e que pensa em fechar sua linha de games em breve. A Nintendo passou por duas falências ‘imaginárias’, após ser taxada como uma empresa largamente infantil. Mas saiu pelas beiradas quando lançou diversos jogos que apostassem no fitness. A Sony acompanhou, lançando jogos para o seu move. E o Kinect sem bater o pé, copiou a ideia e foi fundo.

Ainda é cedo para dizer que a Sony tem perdido dinheiro, lá fora, suas ações ainda equilibradas. Mas em mercados, como o do Brasil, está na última posição, e não tem turbo á vista. Nenhum título anda chamando atenção dos gamers, e mesmo depois da E3 2014, os poucos jogos que chamam a atenção, são do concorrente. Entre Hryle Warrios para Wii U e The Division para Xbox. Após os críticos dizerem que Watch Dogs foi um fiasco, as atenções do jogadores tem sido desvirtuado para outros meios de diversão, o velho e bom PS3.

Outro ponto que os gamers perceberam na geração PS3, é que os jogos são relativamente curtos. E não possuem uma graça ‘after game’. Deixando os títulos sem graça e de curto prazo. E o PS4 parece não fazer diferente. O Mundo Pauta jogou dois jogos Infamous Second Son e Watch Dogs, e finalizou os dois em menos de 12 horas. Enquanto que um bom jogo levava mais de 1 ou 2 semanas para terminar, pela quantidade de missões e dificuldade.

A aposta tem sido em jogos Multiplayer, mas os adeptos por single\solo tem questionado muito. Já que a maioria dos títulos carrega até mesmo no máximo 15 fases. E gerou até uma nata de desenvolvedores de MOD e Patch, como o Counter Strike. No entanto a plataforma PC\MAC enrique a experiência com a possibilidade dos makers maps, já os consoles não disponibilizam recursos do tipo, deixando-os para trás quase em todos os quesitos de “prolongamento da experiência de jogo”. Será que a Sony apostou errado? Ou está reservando uma novidade grandiosa para o PS4 (e saibam já se fala em PS5)

A promessa está no jogo The Order: 1886 

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