O mercado que aposta em estratégias de massa pode estar com seus dias contados. Cada vez mais vivemos numa sociedade que preza pela personalidade, e vivemos á esse comportamento á toda hora do dia e lugar. Quer seja utilizando uma tecnologia, o marketing está mudando a cara do mundo e o mundo a cara do marketing, entenda neste artigo como é que o marketing de Nicho está começando a entrar no Brasil.

Marketing de Massa aposta em uma ação generalizada (Imagem: Reprodução)
Marketing de Massa aposta em uma ação generalizada (Imagem: Reprodução)

Todo mundo comprava o mesmo sabonete há quase 30 anos. E não foi há muito tempo que, todos tinham o mesmo celular. Atualmente vivemos numa era evolução e revolução. Todos concentrados em produtos que possibilitem uma marca sua, a marca do cliente, uma espécie de consumo que você pode chamar de ‘seu’. Antes os produtos tinham uma estampa, embalagem voltada para a identidade da empresa. A marca falava mais alto, e todos o veneram como um orbe raro.

Agora as marcas precisam apostar em novas formas de envolves o cliente com seu o negócio. Alguns empreendedores iniciam seus negócios com a premissa de tornar o cliente em seus sócios, unindo o divertido com a parceria que gera renda. E o mais importante, gerar o valor, que demonstrará com o tempo o legado que a marca quer trazer para si.

Sobretudo vivemos neste mundo, ou ao nosso redor, o Brasil tem conhecido essa nova forma de fazer negócios, que é o marketing de nicho. Chris Anderson em sua obra mais conhecida “A Cauda Longa – A nova dinâmica de marketing e vendas: como lucrar com a fragmentação dos mercados” ilustra que os grandes hits não abocanham mais o lucro, e a participação de lançamentos nada ‘quentes’ são parte da grande sensação.

A cauda longa refere-se aos produtos que demandam, e que não demandam. As vendas nunca chegam a estaca zero, se aproximam.  O país que aposta em Blockbuster pode estar fadado a perder participação dos lucros ao longo do tempo. Estamos concretizando agora no mercado nacional uma espécie de adaptação ao estilo de vida e consumo americano, até por proximidade da cultura ao longos dos anos. Lá se pensa em lojas conceito com interação personalizada do produto-cliente.

No Brasil o conceito parece estar atrasado dentro das universidades, nos cursos de MBA e Pós-graduação, a coisa já muda um pouco. A discussão do aluno do MBA é justamente de trazer o market foreing (Mercado estrangeiro) em aplicação seja por complemento ou total substituição do mercado nacional. É natural pensar que o modelo lá de fora é melhor que o daqui, mas a única exigência que vejo em adotar, é o conceito. Lucra-se mais pensando no amanhã, do que em apenas hoje (visões de longo prazo aquém do curto prazo), modelos são adaptados, não podem ser simplesmente copiados.

Os mercados e supermercados são exemplos concretos de marketing de massa. Onde uma megastores de produtos entre alimentos e bebidas são oferecidas para um público variado. Entre diversas classes sociais, com diferentes necessidades e regiões. A renda básica é lucrar sobre uma população abrangente. O mercado de nicho não apresenta a necessidade de lucrar sobretudo, e sim sobre uma ‘tribo’. A questão maior é gerar valor, e esse é o propósito deste novo mercado. Por isso ferramentas como marketing live tem sido uma ação estratégica interessante.

As empresas tem investido em ambientes corporativos internos que possibilitem a interação, que conservem o público interno, seus primeiros e mais próximos clientes, os funcionários. E obviamente, o público externo tornar-se parte eficaz deste processo. A investida é sempre andar lado a lado com as mudanças que o mercado sofre. Uma vez que o mercado de massa investia num público sem diferenças entre si, as empresas estão mudando sua visão, e descobrindo clientes que adotam sua própria ‘configuração’ de consumo, e nisso consiste perceber também, que seus colaboradores querem fazer parte da família corporativa, logo o marketing 2.0 que imita o web 2.0, exige da atitude empresarial um comportamento que permita o colaborador ser UM COLABORADOR.

Recursos de estratégia para marketing de nicho: Marketing live, comunicação interna (Administrativa e endomarketing), lojas conceito, experimentação, group beta, wikipedia, área de desenvolvimento aberta ao usuário final. Geração de valor, branding customer e relação B2C acirrada.

 

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