O Marketing ganhou uma notoriedade e um papel específico no século 20, e no começo do século 21, este papel é mais ‘humano‘, um contato menos B2B (Business to Business), B2C (Business to Client) para um H2H (Human To Human) mais forte, onde o profissional de Marketing PRECISA entender o seu público sob todos os pontos de vista.

Recomendo uma leitura interessante para entender o conceito de ‘NeuroMarketing‘ com riqueza e simplicidade, o livro da autora Lilian Gonçalves, atual coordenadora do editorial do Yahoo, especialista em links patrocinados e webdesigner (Marketing Digital) – “NeuroMarketing aplicado à Redação Publicitária” (Editora NovaTec)

Mas o conhecimento não para por aí, destaco livros de psicologia, antropologia, sociologia, história, ciência e relações políticas. O ser humano é um sujeito complexo, mas adora se autodenominar simples. E o problema surge aí, não é possível determinar um comportamento (Behavior) apenas com essa informação, é papel e dever do Marketing captar, definir, capsular, entender e criar a partir dessa informação, uma comunicação relevante, tocante, sensível e que faça a pessoa envolver-se com seu produto.

É natural lermos algo sobre Marketing desta forma – “Você não esta vendendo uma poltrona no cinema, e sim diversão e conforto.” – Para chegar a essa conclusão o mercado teve que aprender porque o ser humano vai ao cinema, porque ver em uma tela grande e não pequena, porque a cultura da pipoca? Por que é uma diversão familiar? É um point com os amigos?

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