Mas quem controla e cria? Essa pergunta é facilmente respondida quando a empresa está focada em construir a sua marca (Branding) ao invés de jogar nos dados. Normalmente uma chamada na rede social ganha repercussão por quê? Quem faz a repercussão? O público.

Como funciona um Marketing viral?
Como funciona um Marketing viral?

Como profissional de Marketing, é necessário experimentar os dois lados da moeda, observar e experimentar o ambiente ao redor do negócio. Não adianta colocar em cima da mesa cartas e leituras sob o aspecto do achismo, que o tiro vai sair pela culatra. Um planejamento sem controle não é um planejamento, mas é certo que sua comunicação vai ser interpretada de forma equivocada.

O maior desejo, porém não tão relevante quanto o objeto do negócio, é obter um viral. Todos sabem que para ocorrer tal fenômeno independe da intenção da marca, também é totalmente isolado da influência dos fatores que prometem que aquela jogada será um viral, e você contava de pé junto que ia ser como você previa.

Ao montar os cenários, sabemos que existe especialmente a visão da imprevisibilidade. E nisso consiste o sistema do viral. Os memes são um exemplo ideal para entender esse cenário, que ganham importância por motivos em sua grande maioria, nenhuma relacionada as empresas. Ás vezes o motivo é apenas porque todos estão matando o tempo. Mas nem sempre. É inconclusivo. Podemos definir temas que já viraram virais: Polêmicas, gafes, mico ao vivo, críticas e etc.

Mas quem controla e cria? Essa pergunta é facilmente respondida quando a empresa está focada em construir a sua marca (Branding) ao invés de jogar nos dados. Normalmente uma chamada na rede social ganha repercussão por quê? Quem faz a repercussão? O público. Mas quando? Não é a marca que cria isso. Ela é responsável na criação de um ambiente favorável, um legado, cultura, promove inclusive a ‘co-culture’ (Cultura de Cooperação) que envolve o público na criação da marca.

A preocupação das empresas não é ‘ser’ popular. É na verdade eleger o seu público como colaboradores, e desse ponto os mesmos irão definir (posicionamento) o que aquela marca vem a significar para eles. E adotar uma comunicação que esteja alinhado com seus serviços. Pois não adianta falar sobre qualidade se não é o que você oferece.

Algumas marcas podem querer adotar o viral ou o buzz para aumentar o fluxo em suas contas sociais para fins de conversão (compra\consumo), não é o ideal e nem estratégico. O viral é como um turbo brinde, na hora certa produz resultados extremamente positivos e recompensadores. Mas na hora errada, gera crise, custo e uma conta cara a pagar na ‘praça’.

Finalizo com duas frases, uma de Confúcio – “Se quer prever o futuro, estuda o passado” e a outra de Philip Kotler – “Marketing não é encontrar maneiras de empurrar produtos para clientes. Marketing é arte de criar valor genuíno aos clientes”.

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