A pergunta é simples – você sabe fazer corretamente o Networking?

Se você lê muito, folheia páginas de livros a procura do sucesso no negócio, já se deparou com esse termo, o Networking, que significa ‘Rede de Trabalho’. As famosas conexões que lhe permitem ser um influenciador ou ser influenciado, uma tática de alianças. Os antigos generais, em batalhas não tão remotas, preferiam criar alianças ao invés de apenas bombardear os campos inimigos.

Antes que passemos para entender como um Networking eficiente nos favorece resultados eficazes, precisamos entender qual a forma é mais adequada: O presencial ou virtual? 

Sim estamos na era digital, e a palavra remoto nos oferece que podemos fazer tudo a distância. Podemos comprar a distância, conversar com inúmeras pessoas ao mesmo tempo, conhecer pessoas no Japão, França, Austrália, Colômbia e Nova York. Podemos conhecer novidades, sem ao menos pegar uma avião e visitar os lugares. Se os grandes navegadores tivessem estas tecnologias em mãos, não haveria de fato as grandes navegações ou haveria?

Avaliar o passado com uma inovação atual é um esforço que requer hipóteses e as culturas da época. Será? Mas o que sabemos atualmente é que se você possui a informação em sua mão, para que sair de casa para tê-la? Perder esse tempo? O custo? Bem se fosse há 20 anos, para fazer um trabalho de escola seria necessário ir na biblioteca umas dezenas de vezes até encontrar a resposta, certo? Hoje basta ir no Google, e digitar “Quem foi Albert Einstein?” e você escreve uma tese sobre a figura e não leva mais que um dia para fazê-lo.

Nada contra a tecnologia atual, mas infelizmente entre os seus benefícios, existem os seus malefícios. O modo antigo de fazer as coisas, sim, na verdade o bom senso que nos faz falta impede que vejamos que a melhor forma de fazer contato ainda é como no tradicional, pelo contato físico. Ainda é óbvio que a resposta para a pergunta lá em cima, ou lá atrás, seja mais pessoal do que eu responder o que é o correto.

Para gerenciar, quem sabe, esses contatos feitos no modo presencial seja de fato mais vantajoso utilizar o virtual. Mas ainda aquele encontro, uma ida ao jogo no estádio local, colocar a conversa em dia num restaurante da cidade, nada ‘ainda‘ substitui um contato físico. Entre os efeitos do quantitativo e o qualitativo que vemos em relacionamentos, esquecemos o porquê eles dão certo ou errado. Experimente entender porque um casal se separou. Ou ainda, como se relaciona utilizando uma rede social, quando os dois só se conheceram por ela? Faça o teste também com as pessoas que se conheceram fisicamente e por ela mantém um relacionamento.

A resposta não é garantida que o tradicional, a forma presencial seja a melhor forma em todos os casos. Esse é o grande desafio da psicologia, e da análise de comportamento, nenhuma pessoa é igual a outra, e portanto as conclusões serão diferentes para todas. Nisso consiste a seguinte resposta: Se o seu contato físico permite uma melhor forma de identificação do seu contato por sua afinidade pessoal e profissional, e dali você pode concluir que entendeu mais aquela pessoa do que o virtual, invista no networking físico.

Se sua resposta foi mais efetiva utilizando o formato virtual, chegando nas mesmas conclusões que um contato físico é capaz de promover, então não tenha dúvidas, invista no networking virtual.

Uma vez que tenha identificado o modo do Networking, a forma de como fazê-lo corretamente está intimamente ligado ao ditado – “Quando em Roma, faça com os romanos“. Não há segredos em fazer contatos. Se você vai á uma palestra, com certeza cumprimentar o palestrante é uma excelente dica. Ao cursar um MBA, o mais estratégico é se associar aos alunos que mais você se identifica, e identificar os professores que mais chegam ao seu objetivo.

Nota.

Sobre ‘Adicionar contatos nem sempre é o mais indicado, o efeito pode surtir ao contrário do que deseja’

Como a tecnologia nos permite uma associação simultânea de contatos, nos permitindo acessar perfis que antes eram intangíveis, perdemos talvez a noção de que não é interessante puxar essa conexão para a sua conta, apenas para puxar. Como se fizesse efeito que você seguindo esta conta ou vice-versa, já desse aval dessa influência a sua pessoa, quando na verdade, se o indivíduo conectado possuir uma devida posição, ele é quem ganhará um seguidor, e não você que talvez passe ofuscado nesta ‘relação’.

Conectar-se como normalmente vejo acontecer no Linkedin, apenas por conectar, não promove ou abre portas de forma automática. Especialmente as pessoas a procura de recolocação. Não é mágica. A única forma de possuir um contato profissional, é reconhecer suas habilidades e objetivos, e então entrar em contato com a pessoa e comunicar. Dali em diante há uma possibilidade de criar uma relação de negócios, desse ponto acontecem ações como um convite, assessorar como monitor e etc.

A maior parte dos contatos a quem a pessoa tem interesse de se conectar, supõe que a mesma verá seu perfil e dali irá constatar que ela possui tal aptidão e assim entrará em contato com ela. Não é assim que funciona. Currículo (Profile do Linkedin) é apenas notado, se a pessoa chamar atenção.

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