Leitura do texto (20 minutos).

Nos relacionamos atualmente através de uma comunicação forte em interação e imersão que os vídeos criam. Não muito tempo atrás era comum termos páginas repletas de texto e artigos que destrinchavam um tutorial, um passo a passo ou uma narrativa. Hoje você acessa um acervo de vídeos e procura por palavra chave o gênero que mais prefere para de uma forma diferente, substituir o trabalho dos longos textos em apenas alguns minutos.

As pessoas se lembram de 20% através da audição. Quando veem, elas retém 30% na memória. Agora quando assistem vídeos onde há uma combinação, elas retém 70%.

(Fonte: Power of Video Content)

Hoje há reproduções de 360 graus com uma interação in-real time podendo mover com o mouse para ver outros ângulos de um vídeo que transcorre ao mesmo tempo que você explora outros pontos. Vídeos gravados de resenhas e análises que provém com dois tempos de duração conhecidos: Os primeiros 30 minutos ou 1 hora. Tem também os vídeos ao vivo que permitem lhe conectar a outros usuários que estão descobrindo e trocando ideias sobre aquela experiência.

Os recursos de vídeos ao vivo já disponíveis em versões mobile que permitem que qualquer pessoa possa compartilhar e envolver outras mais em experiências que só era possível através de um vídeo gravado, mas com aquela sensação de “esta acontecendo agora”.

Quando lidamos com conteúdo que se altera ao mesmo tempo que você interage, o que você observa é uma interessante relação de produto (Passagem de tempo x expectativa x realidade) é como um test-drive que permite notar uma evolução do produto em fases (1,2,3 e etc) e que dá oportunidade a todos de perceberem não só o produto final, mas todo o processo de construção.

Vamos então ver 5 as maneiras que os vídeos podem lhe recompensar na hora de construir seu Marketing de Conteúdo.

(Obs: Youtube já permite filtrar vídeos com recursos 4K, 360, Live e 3D)

Interação in e out time.

Quando lidamos com um vídeo você quer ter respostas que possam ser apreciadas visualmente. Mas não quer apenas assistir. Quanto mais vemos o progresso acontecendo, temos a possibilidade de produzir e usufruir de vídeos como os de 360 graus. São incríveis, imersivos, curiosos e passam uma mensagem. Com certeza você está lá.

E você INterage com a experiência.

Vídeos precisam serem transformados em gamificação. Quando transformam o expectador de observador para jogador, eles abrem um leque de possibilidades.

Quando temos uma interação em primeira pessoa de um conteúdo, fazemos parte. Por ora é um ensaio, estar em primeira pessoa não lhe dá autoria do conteúdo. Mas com certeza desenvolve a emoção do grupo de pertencimento. Uma característica extremamente forte do ser humano. Por isso a rede faz tanto sentido quando você identifica que ela (a internet) é formada por tribos.

Vídeos que permitem interação, mas dentro de um contexto, são envolventes e felizes em resultados. Destaca-se também que o out time é justamente a possibilidade de apreciação do conteúdo a longo prazo. As ações são mais subjetivas, acontecem dentro de uma ação mais pessoal do usuário com o produto. No primeiro momento uma marca ao disponibilizar um vídeo de um cachorro brincando com um bebê pode parece ser – fofo. Mas ao longo tempo a mensagem ali contida será de fato sentida.

E talvez a fofura se intensifique ou não.

Trocas de experiências que estimulam o visual.

Vídeos conseguem criar empatia visual (Curta Janela do Hospital – 4 minutos) . Você compreende algo sobre o outro, colocando-se no lugar do outro, é o que define empatia. Quando você determina isso visualmente, consegue perceber a mensagem como o emissor percebe. Mesmo que sua interpretação seja pessoal. Gerando carga emocional.

Muitas vezes a sacada de um conteúdo em forma visual é justamente de ativar aquele gatilho interno e provocar a expressão básica do sucesso – “Esse cara pensa como eu” ou “Que mensagem sensível.”. Naturalmente que ninguém leu o pensamento do outro aqui. Mas tornou familiar certos elementos presentes na reprodução que foram capazes de conectar quem assiste a uma lembrança que o marcou muito (Seja ela positiva ou negativa).

Dentro da última informação, o estímulo visual quando pontua lembranças deve tomar cuidado que tipo e como oferecer para quem vê. Os cuidados não são poucos. Mas nada que seja muito agressivo, e sim harmônico com o que se quer passar. Se for transmitir a sensação de segurança, não é interessante abordar o perigo como um fator persistente, e sim como um exemplo que deverá ser suprimido de imediato.

Exemplo prático – Uma empresa de segurança testando seus sistemas de alarme e vigilância, colocar em um anúncio uma pessoa suspeita para colocar em prática pode ser uma boa ideia, ou má, se o público forem pessoas altamente sensíveis a situações de perigo e que obviamente já passaram por tais situações a ponto de reativar as sensações psicológicas e físicas ao ver o vídeo, reação pode ser contrária ao esperado.

Na mesma moeda, um vídeo que trate de uma interação visual pode criar narrativas que transmitam, confortem, entregue o produto e envolva dentro do processo de construção de marca de uma vez só.

Vídeos são uma soma de reações.

Qual é a sua reação ao ver um trailer de um filme (Animais Fantásticos e Onde Habitam – 3 minutos) que vai estrear e você está esperando muito? Epifânia é pouco. Mas um estímulo mais básico é ter ansiedade pelo momento. Mas ele ainda não aconteceu, e embora possa ter similaridades com outros momentos, será diferente. Como prever como será? O vídeo é capaz de provocar esta experiência que ocorre tudo na cabeça da pessoa.

Por isso o escuro do cinema é capaz de isolar a experiência e provocar uma tensão maior que ver em uma tela de laptop ou televisão. Privar do ambiente ao redor com o impacto de um vídeo, é o mesmo que entrar no vídeo.

Note bem que é diferente de ler uma passagem na imprensa do que ver um vídeo. A leitura força que você compreenda um momento e idealize a emoção como você conhece. Ler que por exemplo Star Wars (Star Wars Rogue One – 3 minutos) será lançado em dezembro é diferente de ver um vídeo com a música típica, com aqueles flashes dos personagens, com cenas memoráveis. Já sentiu o frio na espinha nesta altura? 

Pessoas são diferentes. A reação que você pode ter sentido pode ser a sentida por pessoas com outros materiais de conteúdo como um texto, uma música, uma pintura, uma cena, uma figura. Mas há uma combinação que apenas a reprodução audiovisual consegue atingir. Por ser uma combinação de efeitos, nossas percepções unem cada uma delas, e projeta uma reação em cadeia. Que pode ser um estouro de alegria, tristeza, saudade e etc.

Todos adoram o Netflix

Netflix é um exemplo do que uma seleção de produções audiovisuais acessíveis podem provocar. Dentro do contexto que você pode acessar quando e o que quiser, é possível concluir que essa é uma liberdade que o vídeo permite. Talvez você não pense desta forma, mas o vídeo é uma suíte de percepções. Que embora ainda não tenha alicerces para provocar uma resposta do tato e olfato, nós nos sentimos imersos.

Visualmente e sonoramente, os vídeos tem se aprofundado nos últimos tempos de forma que quando ele se tornam acessíveis como é o caso do canal on-demand, eles não só permitem, mas criam um ambiente perfeito de entretenimento. Tal como – Era uma noite chuvosa de sexta-feira…o resto compilamos como um prazer intenso.

Final da semana assistir um vídeo no conforto de sua casa. Mas pense que Netflix não está apenas disponível na sexta-feira a noite e apenas chovendo. Ela provoca esse quadro a qualquer momento que você queira. Essa uma nova modalidade para entender que o vídeo não é apenas um vídeo. Ela promove uma interação social. Já convidou amigos lá para casa e ver uma super maratona?

Portabilidade

Acessibilidade é uma palavra comum dos nossos dias. E precisa ser uma regra para qualquer empresa que quer ter o seu público absorvendo seus conteúdos. Assistir vídeos no mobile, no desktop, no display do estande, no cinema (exemplo Canal de curiosidades). A portabilidade não apenas atinge o equipamento do seu cliente. Ela precisa ter divulgação em massa em todos os  canais.

Embora portabilidade tenha muito haver com disponibilidade, entenda como um recurso de conectividade também. Uma vez que sempre é bom anunciar juntamente daquelas marcas ou influenciadores que possuem afinidade com o que você oferece. E preste atenção, não anuncie juntamente do que você pensa que possui contexto, mas o que possui realmente CONTEXTO.

 

 

 

Anúncios