Enquanto falo neste artigo sobre a importância do Webdesign, que recomendo ler antes e também depois desses 5 itens, também vou falar sobre dois aspectos importantes do Web Developer (Desenvolvedor WEB) que se divide entre um profissional de Marketing e Tecnologia de informação (T.I) ao qual destaco o poder dessa parceria neste artigo aqui.

Design responsivo é um campo que pratica usabilidade e funcionalidade, e talvez a leitura sobre UI (User Interface) e UX (User Experience) ao qual cito no primeiro artigo mencionado ali em cima possa esclarecer a relação no começo deste parágrafo com mais sentido.

Sustento que o profissional de Marketing\Publicidade não pode ser um negador de conhecimento em tecnologia, talvez nas primeiras etapas ele possa contornar o aprendizado, mas o que eu aprendi sobre publicidade é que você aprende um pouco de tudo. E quando se trata de Design e Webdesign, saber como manipular essa tecnologia se torna necessário.

Assuntos desse artigo.

  1. Responsivo
  2. Mobile vs Desktop
  3. O que é Folha de Estilo e por que devo entendê-la?
  4. Design responsivo = Adaptação
  5. Funcionalidade vs usabilidade

RESPONSIVO.

O termo é extremamente utilizado para vender serviços que atendam uma demanda de públicos que necessitam do uso imediato sem perder o tempo com aprendizagem e que possam acessar aquela informação por diferentes canais sem ter contratempo. Mas a solução responsiva não é uma questão resolvida por ferramentas de forma tão automática como se imagina.

E não é algo subjetivo também. Responsivo faz parte do processo eficiente da comunicação de chegar e transmitir para o seu público exatamente o que você pretende responder. Para ser bem mais exato, responsivo de uma forma simples, é transmitir a informação sem ‘burocracia e necessidade de interpretação adicional’.

Responsivo atende pela chamada de responder ao chamado. Acessar um dispositivo móvel e conseguir absorver sem delongas o que ali pretende ser promovido é considerado uma solução responsiva.

MOBILE vs DESKTOP

No passado, não tão longe assim, criar sites para versão (e única) para Desktop era um imenso desafio. Não é era comum haver sites que possibilitassem o uso do ‘Arrasta e Agarra’, era apenas HTML e Scripts. A demanda por recursos e adaptações de versões Desktop para mobile provou-se um desafio de lá para cá.

Mesmo com diversas ferramentas, o desafio não é apenas ‘tecnológico’ e sim mercadológico. No webdesign o mobile, é uma porta de entrada e a principal. Hoje o mercado é totalmente voltado aos dispositivos móveis, ultrapassando inclusive a venda de Desktops, sendo um dos maiores mecanismos de compra no setor de e-commerce. Logo o investimento em padronizar e construir a informação no mobile é prioridade.

Sites construtores pagos e gratuitos tem distribuído serviços de mobiles prontos construídos a partir da versão desktop. O problema é que na forma oferecida, sem conhecimento avançado em Web Developer, essa saída torna-se uma dor de cabeça considerável, uma vez que o mobile é dependente completamente do mapa de design e funções do Desktop.

O QUE É FOLHA DE ESTILO E POR QUE DEVO ENTENDE-LA?

Folha de Estilo (CSS – Cascading Style Sheet) que trata de um design mais específico dentro do HTML. De uma forma geral, CSS é uma solução para mobiles responsivos. Não é nenhuma obrigação que um profissional de Publicidade se torne um T.I, na verdade é como aprender o básico do inglês para passar uma semana nos Estados Unidos, não é preciso ser um nativo, a comparação é exatamente a mesma para compreender.

O conceito do CSS é justamente de gerenciar a composição do design dos dispositivos. Normalmente não é possível você separar configurações entre desktop e mobile na maioria dos sites que oferecem as duas versões, eles automatizam, e que tem um lado positivo e negativo. O positivo é que poupa tempo, você constrói ambos sem a necessidade de um retrabalho, o lado negativo é que mobile e Desktop são canais distintos, e na visão da comunicação, não é exatamente uma solução interessante ter a dependência entre os dois.

Mobiles são mais voltados para ações imediatas com a informação básica disponível. Diferente do Desktop que permite mais informação, mais animações. Parafraseando Steve Jobs – ‘1.000 músicas no bolso’, na prática, ninguém precisa saber mais do que clicar na música e ouvi-la. Sem necessidade de instalar programas auxiliares, ou precisar ler um texto gigantesco apenas para explicar que são músicas disponível no HD. Mobile é para ser simples, portanto seu design e estratégia é diferente do Desktop.

DESIGN RESPONSIVO = ADAPTAÇÃO

A solução é sempre uma adaptação. É um processo retroativo e cíclico. Quando lidamos com resultados que deram certo ou errado avaliamos o que procurar e resolver no futuro com essas informações em mãos. E de tempos em tempos, independente de aparecer algum erro ou novidade, é sempre bom realizar atualizações.

Se você fez um projeto de design responsivo eficiente, só vai precisar criar pequenas adaptações no lugar de começar do zero. Excluindo é claro projetos que redefinem a estratégia por completo. Lembre-se que responsivo não é uma regra, é um caminho. Portanto ela não define pontos finais, e sim alternativas, mas que sobretudo reduzam o máximo de ruídos entre a mensagem e quem a recebe.

FUNCIONALIDADE vs USABILIDADE

Responsivo tem sido realmente uma solução bastante exigida no dia-a-dia dos negócios. Não apenas no design, mas tudo que nos rodeia. Aliar esses dois na mesma afirmação é o maior desafio. É comum vermos em aplicações mobile apps com animações 3D feitas com arquivos pesadíssimos, o tempo de recarga é absurdamente enorme. A função precisa ter em mente a comunicação e lembrar que a usabilidade não pode sair prejudicada.

Também não pode ser perder a ousadia da função em trazer o melhor para encantar o público, pois o melhor ataque de uma marca é usar de interação, ainda mais na era digital e das Redes Sociais onde um botão ‘like’ faz tanto sentido, que ele é o símbolo oficial da interação. As empresas não podem perder essa vantagem.

Sobretudo num projeto como esses, a funcionalidade e a usabilidade precisam caminhar obrigatoriamente lado a lado.Ambas possuem prioridade e pesos iguais. Sem uma, a outra fica prejudicada.

Obs: Prática comum atual, não invista em instalar add-ons no browser para que seu público receba notificações do seu conteúdo. Se ele ‘comprar’ a ideia do seu negócio, ele fará porque quer. Essa prática é abusiva, conhecida como propaganda induzida.

Quem é?

Publicitário / Designer / Palestrante/Consultor e CEO da Junqueira Consultoria. MBA em administração de Marketing e Comunicação Empresarial (UVA), Especialista em Marketing Jurídico, Relacionamento e Rede Sociais. Colunista no Instituto Vendas.

Participe do grupo “Marketing de Relacionamento”:

https://www.linkedin.com/groups/7056049

 

 

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